E o tempo vai passando… diário de um pé na bunda.

Isso aqui, na verdade, deveria ser chamado de ” Diário de um pé na bunda “, como vi esses dias pela internet. Mas esqueci de nomear este monte de postagens que venho fazendo. Em breve completarei um mês de término (tempo? no meu planeta não existe tempo), e hoje li uma frase bem batida, mas que me fez pensar: ” Pare e pense se você realmente ainda ama esta pessoa. Questione se você a ama ou ama as memórias do que viveu com ela “. É algo para digerir. No meu caso, infelizmente, tenho certeza de que amo mesmo a pessoa. Mas espero que em breve eu passe a apenas ” ter ” memórias, e não amá-las. Acho que todo mundo que lê o Olhos Coloridos me conhece um pouquinho. Sou intensa, tenho necessidade de me expor e de me posicionar, do contrário explodo. Geminiana. Por isso, nestes tempos tão nublados, tenho utilizado este blog como uma forma de me aliviar, de botar pra fora tudo isso que venho sentindo. E, como vocês podem perceber, não está nada fácil. Penso todos os dias nas baladas homéricas em que tal pessoa deve estar. Penso nas milhares de outras mulheres que devem estar circulando por sua vida (lê-se cama). Mas o que me conforta… é que desta vez estou vendo uma melhora progressiva no meu quadro de depressão pós pé na bunda. Em breve fico bem. O que me entristece mesmo é ter feito tantos planos, sabe. Comprei alianças… mas não as entreguei. E foi a melhor coisa que fiz. Será que só eu penso em ter um cachorro, uma família e uma vida estável? Não é possível. Enfim… só me resta lamentar e continuar curtindo a fossa, até que ela decida me largar de vez, bem como fez esta pessoa. Ah, queria agradecer aos meus amigos. Não sabia que tinha tantos, e eles estão sendo fundamentais neste momento.

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